Os socialistas evitam falar numa hipótese contrária ao avanço de António Guterres a Belém, em 2016. Mas porque o tempo urge, esta semana Francisco Seixas da Costa, no seu blogue, pôs o dedo na ferida: o PS “não pode ficar refém” de Guterres. No Parlamento, há quem defenda a necessidade abrir espaços para o apoio a “cidadãos” independentes da “área política” do PS, conforme sinalizou António Costa na moção que leva ao congresso deste mês (29 e 30), em Lisboa.
Fonte: http://dlvr.it/7YSBKg
Fonte: http://dlvr.it/7YSBKg
Sem comentários:
Enviar um comentário