
Passos Coelho chegou ao Conselho Europeu a ameaçar que vetaria as conclusões, em matéria de política climática e energética, se as reivindicações de Portugal não fossem aceites. O alegado primeiro-ministro perdeu em toda a linha, como Tiago Antunes explica aqui .
2. Acontece que o brilharete que o alegado primeiro-ministro desperdiçou assenta nas energias renováveis, lançadas pelos governos de José Sócrates. Dê-se a palavra a Passos Coelho : «Depois das reformas estruturais que fizemos em Portugal e dos esforços para reduzir os gases com efeitos de estufa, o aumento das energias renováveis para produzir energia eléctrica era importante para podermos exportar». Para que não restassem dúvidas, Passos Coelho acrescenta: «Nós fizemos esforços muito grandes do ponto de vista estrutural para poder ter uma energia mais competitiva e estamos alinhados com a ideia de ter um mercado interno de energia que possa funcionar plenamente».
Mais uma involuntária vénia à «década perdida».
Fonte: http://corporacoes.blogspot.com/2014/10/elogio-socrates-antes-da-saida-de.html
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