2012-03-17
2012-03-16
Inaceitável o absoluto (?!) silêncio do Governo sobre este caso
Falta ao Presidente denunciar o resto da política negra do socratismo, principalmente os factos da perseguição pelos serviços de informação socratinos e pela quase ditadura socialista, para que se compreendam esses tempos, se reinstaure a verdade e se reabilitem as muitas vítimas do socratismo, prejudicadas pessoalmente, profissionalmente e familiarmente, o que o novo poder, como desmemoriados herdeiros surgidos na undécima hora, tem ignorado. Note-se que a base de apoio de Cavaco
Silva está muito ressentida com o comportamento permissivo e complacente
do Presidente face ao socratismo, contudo mais vale tarde do que nunca e mais vale parte do que nada.
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Um problema geracional
Ao pensar no que está a suceder em Portugal não podemos deixar de associar algumas das coisas mais negativas a que assistimos a um problema geracional. Ou melhor: também a um problema geracional. Durante algum tempo quiseram passar a ideia de que a causa profunda do problema era não existir correspondência entre gerações empreendedoras sub-50 e as gerações acomodadas e gastadoras sobre-50. Se a mensagem se dirigia a José Sócrates (JS) nada de mais errado e impreciso. JS sempre se rodeou dos tais sub-50 para tudo e mais alguma coisa. Só quando foi necessário legitimar, em termos históricos, alguma insuficiência ou quando necessitou de recorrer ao financiamento partidário não hesitou ir para os braços dos banqueiros e outros empresários do costume, todos já um pouco mais velhos e experientes.
Com Passos Coelho (PC) tudo se passa de modo muito semelhante: a influência de Ângelo Correia, um insuspeito geronte social democrata, foi marcante. E os financiamentos tiveram, decerto, as mesmas origens que os financiamentos a JS. A estratégia e a tática política foram avidamente bebidas dos exemplos de JS. De tal modo assim foi que, em determinado momento, se chegou a duvidar de que os portugueses optassem por uma cópia de qualidade inferior. Assim aconteceu.
Há, no entanto, um problema geracional. Há pessoas de uma geração que sempre viveu de e para a política que decidiram imitar aqueles que, mais velhos, retiraram tudo o que foi possível retirar para si e para os seus, sabendo que as pensões de reforma estariam, a prazo, condenadas a desaparecer. Há pessoas que concluíram os seus cursos superiores fora do tempo, dito, normal e em condições de grande fragilidade, só para depois poderem esgrimir títulos académicos. Quando muito pouco mais haveria para esgrimir. Há pessoas que não quiseram ficar na história nem fazer história. Apenas quiseram seguir o caminho antes trilhado por outros, com o objetivo de tirar proveito próprio da situação de vulnerabilidade do Estado.
Há um problema geracional. Todas as individualidades consideradas sérias e competentes deixaram o caminho livre para que estes estranhos personagem e os seus braço tecnocráticos mais ou menos ingénuos tomassem conta da casa. De forma voluntária muitos deram o seu voto de confiança a um grupo que desconheciam enquanto protagonistas mas de quem não tinham má impressão enquanto atores secundários.
Há um problema geracional quando sabemos que o discurso que está a ser hoje utilizado não tem qualquer substância ou fundo de credibilidade. Só uma geração que se habituou a conviver com a irresponsabilidade pode ser veículo de um tal discurso.
Há um problema geracional quando percebemos que Portugal atravessa atualmente talvez a maior provação dos últimos trinta anos (ao contrário dos discursos oficiais e oficiosos isto que vivemos não é nem uma crise nem um desafio). E os portugueses escolhem para os governarem os piores exemplos do que representa a sua geração. Como alguém dizia: “Escolheram os piores de nós!”. Podíamos ter escolhido os melhores mas fizemos exatamente o contrário. Podíamos ter escolhido os que estiveram longe das causas do nosso mal mas fizemos o contrário.
Temos um problema geracional.
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2012-03-15
A sufocar
A coincidência no mesmo ministro na supervisão de duas metas diferenciadas – equilíbrio orçamental e crescimento económico – vai
levar ao sufoco da economia portuguesa.
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Gaspar
Reguladores?
Regular também pode (deve) ser deixar o mercado funcionar.
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RTP
2012-03-14
Sórdido
Cavaco ficará na história pela sórdida economia política e moral
que instituiu no país: de Maastricht ao BPN, ou seja, à reconstrução
política do capital financeiro. Os governos que lhe sucederam acrescentaram breves notas de rodapé dissonantes no campo social e nada mais.
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Finanças Públicas
Imprensa alemã garante que Portugal precisará de nova ajuda económica
Portugal sucederá à Grécia nas preocupações com a crise das dívidas soberanas na Europa, refere, este sábado, o jornal alemão Die Welt, citando fontes não identificadas do governo de Berlim a prever que será necessário um segundo resgate ainda este ano.
Durante quanto tempo mais irão manter-nos no discurso morno da normalidade?
2012-03-13
Devido?
Este é um reflexo da teoria do copo meio cheio.
Num país decente era o Paulo que pedia desculpas e saía pela porta pequena.
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Saúde
2012-03-12
Casos psiquiátricos
Os advogados estão a tentar cada vez mais justificar delitos dos seus constituintes com alterações de comportamento, o que leva os tribunais a
solicitarem mais avaliações psiquiátricas, afirmou hoje o coordenador
nacional para a saúde mental.
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Persona non grata
A diplomacia tem resposta, benévola embora, contra este tipo de atrocidades.
Assim o queiram as "autoridades" portuguesas.
Assim o queiram as "autoridades" portuguesas.
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Escravatura
2012-03-11
2012-03-10
Enriquecimento
O homem lembra-se de cada coisa. Ainda vai pedir que lhe fiscalizem as contas do banco.
Sim! Essas mesmo.
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Enriquecimento
2012-02-29
Dois mil e quinhentos
Todos os meses é aquilo que custa uma coisa que não é usada. Não é usada por todos. Mas os dois mil e quinhentos são muito bem vindos aos bolsos de alguém. E já vamos assim desde outubro de 2011.
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2012-02-28
Maus da fita estão em Bruxelas, não em Lisboa ou Atenas
A culpa da crise europeia não mora em Portugal nem na Grécia, mas em Bruxelas, na Comissão Europeia, disse em entrevista à agência Lusa David Marsh, historiador do euro e presidente do Fórum das Instituições Monetárias e Financeiras Oficiais (FIMFO).
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2012-02-27
2012-02-10
2012-02-09
Senhor Primeiro-ministro, tem mesmo a certeza de que só teve um encontro com o famoso ex-chefe das secretas?
Mas, afinal, a quem é que o ex-espião entregou o novo modelo de serviço de informações que andou a desenhar para se entreter na Ongoing? Deixou-o na portaria do palácio de São
Bento e deu de frosques?
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SIRP
2012-02-08
Desmentidos
Ficamos todos mais tranquilos ao saber que foi preciso uma investigação judicial para que esta empresa reduzisse as suas despesas com pessoal. Há a figura do despedimento colectivo, caso os dispensáveis sejam muitos.
Toca e foge
Quem diria que tocar no Gaspar era tocar no Passos. Mais um caso de siameses não declarados. Nós já vimos este filme, no passado, muitas vezes. Faz parte da narrativa.
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2012-02-07
2012-02-06
2012-02-05
2012-02-04
2012-02-03
2012-02-02
Truques
O problema para o ministro Vítor Gaspar é que estes truques não fazem nada bem à credibilidade da sua política orçamental, já tão afectada pelo conteúdo do documento acima referido, que circulou de forma restrita em Conselho de Ministros e acabou por ser tornado público.
Neste documento, o Governo assumia, ainda antes do ano começar, um
desvio na execução orçamental de 2012 de cerca de 2.148 milhões de
euros, devido à péssima condução da transferência dos fundos de pensões
do sector financeiro para o Estado.
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Gaspar
2012-02-01
O planificador
Quem olhar bem para o perfil deste senhor percebe logo que está perante um planificador. E à boa maneira soviética, de planos quinquenais.
Manobras de diversão
Descritas neste artigo. É interessante o modo como são lançadas estas cortinas de fumo para obnubilar o real. E o Marcelo insiste. É um insistente. Pena que inconsistente.
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2012-01-31
Mão de ferro
Vamos lá ver se a mão, sendo de ferro, não se torna demasiado pesada. Para o próprio.
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MAI,
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PSP
2012-01-30
2012-01-29
2012-01-27
2012-01-26
2012-01-25
Métodos estalinistas
Pessoas decentes, com ideias e estratégias teriam substituído Guedes da Silva logo após a posse do novo governo.
O grau zero em boas maneiras. Isto não é política. É falta de educação.
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PSP
2012-01-24
2012-01-23
Exactamente
Se está no activo viva do seu salário e que se deixe de lamechisses demagógicas.
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Presidente
2012-01-22
Estado
Esta notícia diz que o Estado foi lesado. Não é verdade. Lesados fomos nós, os que não enriquecemos à custa destes esquemas.
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2012-01-21
Falta disciplinar
A ligeireza com que as autoridades administrativas determinam, ou dizem aos jornalistas que o vão fazer, a instauração de procedimento disciplinar cessaria, ou cessará, no dia em que os administrados responderem com processos por assédio moral contra as chefias e avultados pedidos de indemnização contra o estado e contra os "ligeirinhos".
E se em Portugal não houver coragem, ainda há lá fora tribunais competentes para o efeito.
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2012-01-20
Insustentável
O insustentável peso do parecer... quando não se é.
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2012-01-19
2012-01-18
2012-01-17
2012-01-16
2012-01-15
2012-01-14
2012-01-07
2012-01-06
2012-01-05
O Euro
Há quem infelizmente continue a passar a ideia de que ficar ou sair do euro é uma decisão nacional.
Não é.
Aliás já há muito poucas decisões nacionais que vão além da mesquinhez e da baixa política.
A mediocridade e irrelevância já cá estão (ou talvez sempre tenham estado).
Não é.
Aliás já há muito poucas decisões nacionais que vão além da mesquinhez e da baixa política.
A mediocridade e irrelevância já cá estão (ou talvez sempre tenham estado).
2012-01-04
Jornalismo e democracia
Os portugueses devem preocupar-se com o estado de saúde da sua democracia. Devem, aliás, preocupar-se muito.
2012-01-03
2012-01-02
A nova PIDE
O que é que a distingue da antiga?
Agora percebe-se o objectivo de acabar com os tradicionais serviços de informações.
Agora percebe-se o objectivo de acabar com os tradicionais serviços de informações.
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