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2012-06-08

O medo de ser livre provoca o orgulho de ser escravo

O que ninguém perdoará a este governo não é o estar a aplicar o plano negociado pelo governo de Sócrates com a troika. O que é imperdoável é o primeiro- -ministro, o MNE e o ministro das Finanças não cessarem de se regozijar com esse facto.

2012-06-07

Catástrofe


Um ano de governo catastrófico. Política de austeridade a todo o custo lança pelo menos três milhões de portugueses na desgraça: quase metade no desemprego; mais de metade com salários de miséria. Classe média a desmoronar-se cai de bruços nos braços de D.ª Jonet e seu banco alimentar contra a fome. Caridade luta para superar solidariedade e dar cobertura ao desmantelamento do Estado social.

2012-06-06

No limite


Dizem os barómetros. As pessoas chamam-lhes apenas incompetentes.

2012-06-05

O trambolhão

O primeiro de muitos que hão-de vir.

A partir de agora vai ser de derrota em derrota até à derrota final. Ou coisa pior.

De facto o PSD é um partido de causas. Para começar é a causa deste descalabro.

2012-05-24

Engasgado

Relvas optou pela audição da ERC, à porta fechada, disse o que lhe aprouve, mas esqueceu-se que a seguir a ele seria ouvida a Directora do Público, Bárbara Reis...que manteve o que já havia dito e sublinhou que se verificaram pressões por parte do ministro sobre a referida directora e reiterou as pressões que Relvas fez sobre a editora de Política, Leonete Botelho, que, aliás, será ouvida ainda durante a tarde de hoje.

O contrafogo


É uma técnica muito usada no combate a incêndios. E não apenas florestais ou de relvados.


Passos logo no dia seguinte reitera a confiança política na entidade. E continua a fazer de conta. Pensam eles que ficam todos bem na fotografia.

Não ficam.

Realmente era assim que se fazia política... no século passado.

2012-05-20

Deixem-me adivinhar


Passos chega dos Estados Unidos e no seu primeiro comentário sobre o assunto dirá exatamente isto.

O silêncio entretanto instalado na coligação é de todos menos dos inocentes...

E tal como relativamente ao "caso das secretas" (do qual este é uma decorrência, ou melhor uma escorrência) irá reiterar a sua confiança política no ministro.

Ele pode ter toda a confiança.

Nós é que já não temos nenhuma.

2012-05-15

Então quem foi?


O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares afirmou hoje no Parlamento que nunca convidou o ex-director dos Serviços de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) Jorge Silva Carvalho, nem ele se «insinuou», para dirigir os serviços de informações.

2012-05-10

Arrota Zé

Tal como previsto.

Será que podemos reclamar uma indemnização ao escritório do dr Aguiar? Por conta dos cortes nos subsídios e das decisões precipitadas e ineptas.

2012-04-23


Se o PM acreditasse nelas não andava tão, justificadamente, preocupado.

Pois é, bebé!

2012-04-14

Ficha limpa

O mérito das boas ideias merece ser reconhecido.

2012-04-11

A somar ao facto de ele ter nascido...

"Trata-se naturalmente de um lapso".

Estes tipos estão a destruir o NOSSO país. Vamos continuar a deixar?

2012-04-10

Gorduras do estado


E a propósito: quando é que os excelsos governantes passam a utilizar veículos de serviço de tipo utilitário, aliás de acordo com o que a lei determina? Este constante exibir de mercedes classe S, entre outros fantásticos  modelos constitui um insulto aos desempregados em particular e aos portugueses em geral.

E continuem a usar a bandeirinha no casaco. Pode ser que o ridículo passe a pagar imposto e nesse dia todos vós sereis contribuintes líquidos.

Aberrações!

2012-04-09

A bastidores quem é de bastidores


O partido estava, e provavelmente ainda está, nas mãos de Miguel Relvas, que, com as suas qualidades e os seus defeitos, o controla com mão de ferro. O grande obreiro da vitória de Passos Coelho nas eleições internas tinha, ao tempo, grande influência na máquina do PSD, e com a vitória de Passos Coelho no partido, e depois nas eleições nacionais, ainda mais reforçou o seu poder.

Mas um dia alguém ainda me vai ter de explicar, melhor, como é que um tipo é obreiro de uma vitória eleitoral que foi oferecida de mão beijada pela inépcia daquele cujo nome não pode ser pronunciado.