Marcelo Rebelo de Sousa e Santana Lopes já informaram que só definirão uma eventual candidatura presidencial em Outubro, após as eleições legislativas. E Passos Coelho já tornou claro que não só não quer misturar actos eleitorais como também que cabe aos potenciais interessados – e não aos partidos – decidir e lançar candidaturas a Belém. E assim estávamos neste calmo remanso quando aparece Marco António Costa a propor algo completamente diferente.
Fonte: http://dlvr.it/9GxsTQ
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