Morais Sarmento acha “lamentável” a posição do Tribunal Constitucional, mas defende que o Governo deve manter-se na liderança do país, considerando que ninguém “perceberia nem perdoaria” a convocação de eleições porque isso tem um custo: há o risco de “um segundo resgate” e de uma “duplicação da dose” de austeridade.
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