O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, negou hoje que tenha havido um "problema de desenho" no programa de assistência da ‘troika' a Portugal, e preferiu falar de uma "base de partida desajustada". Em resposta ao líder comunista, Jerónimo de Sousa, durante o debate quinzenal na Assembleia da República, Passos Coelho garantiu estar "atento ao que se passa no país, designadamente o desemprego" e "a trabalhar para alterar a situação", enquanto o secretário-geral comunista designou a política seguida como "arma de destruição massiva".
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