Líder do PS recusa comentar dificuldades na vida interna do partido, mas assume-se como alternativa a primeiro-ministro. O secretário-geral do PS, António José Seguro, garantiu neste sábado no Porto que não irá “permitir” o corte de quatro mil milhões de euros que visa destruir o Estado Social”. Seguro acusou ainda o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de liderar o “Governo mais ultraliberal da história do país”. Numa sala cheia da Alfandega do Porto, Seguro questionou as intenções do Governo quanto à reforma do Estado.
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