O Governo justificou o agravamento das projecções da Comissão Europeia com o agravamento da conjuntura europeia e admite um orçamento rectificativo. A revisão em baixa das previsões para a economia portuguesa deve-se a uma “correcção imposta pelo contexto europeu” e não a factores internos, disse esta sexta-feira em Viena o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. “Hoje de manhã, a Comissão Europeia divulgou novas previsões para todo o espaço da União Europeia”, disse Passos Coelho durante uma conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro austríaco, Werner Faymann.
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