A crise interna no PS ficou de fora do debate quinzenal de ontem. Por cortesia ou por falta de vontade de fragilizar o líder da oposição que agradará mais ao executivo, nem o primeiro-ministro nem os partidos da maioria aproveitaram a divisão interna para ganhar terreno. Só ao de leve. E Seguro, apoiado por uma bancada com as filas de trás vazias, acusou o cansaço. Ontem Passos Coelho assegurou que os sacrifícios dos portugueses vão continuar, apesar das notícia de regresso aos mercados e da extensão do prazo de pagamento do empréstimo.
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