Se o financiamento público destinado às organizações não governamentais que se dedicam ao desenvolvimento já era considerado “manifestamente reduzido”, o “corte abrupto” de 2012 colocou-as “numa situação de bloqueio quanto a novas actividades, comprometendo seriamente algumas condições de estabilidade ou mesmo de viabilidade financeira de várias”. E não contam que 2013 seja melhor.
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