Portugal não pode abrandar nas reformas estruturais da economia e terá de manter este esforço além do horizonte do programa da troika. O FMI diz que há o risco de o crescimento recuperar de forma demasiado lenta para conseguir baixar o elevado desemprego. A consequência será a emigração de uma geração jovem e qualificada. Um fenómeno que, avisa, poderá ser difícil de reverter.
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