2014-11-06

Se a redução da pobreza e das desigualdades tem um rosto, o aumento da pobreza e das desigualdades tem dois



• Ana Rita Ferreira, Pobreza, desigualdade e políticas sociais hoje :
«Os dados do INE vieram dizer-nos que, em 2012, 18,7% da população portuguesa estava em risco de pobreza . Em 2009, esta percentagem era de 17,9%. Mas, se esta diferença parece curta, isso resulta de a quebra dos rendimentos das famílias ter conduzido à diminuição do limiar de pobreza e, consequentemente, a que muitas famílias deixassem de ser estatisticamente pobres , ainda que a sua situação não se alterasse.



Se ancorarmos a linha de pobreza em valores de 2009, o risco de pobreza em 2012 é de 24,8%, o que aponta já para um aumento significativo deste indicador nos últimos anos. Por outro lado, também em 2012, 25,5% da população vivia em privação material (contra 22,5% em 2009) e 10,4% encontrava-se em situação de pobreza consistente (contra 8,5% em 2009). Além disso, a taxa de intensidade da pobreza cresceu de 22,7%, em 2009, para 27,3%, em 2012. E os números do INE mostram-nos ainda que a verdadeira mudança ocorreu a partir de 2011, pois, até aí, apesar da crise já em curso, conseguiu controlar-se o aumento da pobreza .



Poder-se-ia pensar que a pobreza aumentou agora, porque todos havíamos empobrecido generalizadamente – haviam empobrecido os mais pobres, o que provocaria estes aumentos dos níveis da pobreza, mas também os mais ricos na mesma proporção. Ou seja, os esforços das políticas de austeridade não teriam poupado mais aqueles que menos têm, mas teriam, pelo menos, sido equitativamente distribuídos. Mas esta ideia não corresponde à verdade. Se a pobreza aumentou em Portugal, a desigualdade acompanhou este aumento . A prová-lo estão os principais indicadores da desigualdade económica. Por exemplo, o Coeficiente de Gini , que mede a desigualdade na distribuição de rendimentos, passou de 33,7%, em 2009, para 34,2%, em 2012; o Rácio S80/S20 , que define o rácio entre os rendimentos recebidos pelos 20% da população com maior rendimento e os rendimentos recebidos pelos 20% com menor rendimento, aumentou de 5,6 para 6 nos mesmos anos; e o Rácio S90/S10 , que faz um exercício idêntico entre os 90% mais ricos e os 10% mais pobres, cresceu de 9,2 para 10,7.



Poder-se-ia argumentar que esta tendência de aumento do fosso entre ricos e pobres não se registou apenas nestes anos mais recentes de vigência do programa de ajustamento e era já um facto verificável nos anos anteriores. Porém, esta ideia também não é verdadeira. Entre 2005 e 2009, Portugal diminuiu de forma muito efectiva a desigualdade económica : o Índice de Gini passou de 37,7% para 33,7%, o Rácio S80/S20 de 6,7 para 5,6, o Rácio S90/S10 de 11,9 para 9,2.



O que estes indicadores demonstram é que houve um momento recente da vida nacional em que a pobreza e a desigualdade foram combatidas de forma consistente e concertada, mas que vivemos, desde 2011, um período em que nem as desigualdades entre ricos e pobres, nem sequer a situação dos mais pobres, têm sido alvo da preocupação política que mereciam . Uma das principais provas de como a pobreza e a desigualdade deixaram de ser vistas como problemas centrais a enfrentar pelo poder político está na desvalorização sistemática das políticas públicas que haviam sido as principais responsáveis pela sua redução no passado.



O Rendimento Mínimo Garantido , criado pelo primeiro Governo de António Guterres, foi a prestação social que mais contribuiu para diminuir a intensidade da pobreza em Portugal. Sendo uma prestação sujeita a condição de recursos, provou ser também um bom instrumento no combate à desigualdade. Ora, o actual RSI contava cerca de 526 mil beneficiários em 2010, mas tem sido alvo de tais limitações que, em 2013, foram apenas pouco mais de 360 mil os que dele usufruíram. Além disso, os valores máximos desta prestação diminuíram (por ex., de 189,52€ para 178,15€ para um indivíduo adulto). Não é possível combater a pobreza severa quando a política de rendimento mínimo revela este declínio.



O Complemento Solidário para Idosos , criado pelo primeiro Governo de José Sócrates – permitindo a todos os idosos, cuja soma de rendimentos não atingisse o valor do Indexante de Apoio Social (419,22€), receber uma prestação que lhes permitisse chegar a esse montante mensal – foi a política social que mais atacou a pobreza entre os idosos e, dada a taxa de pobreza nesta faixa etária, ajudou a reduzir as desigualdades. Ora, se, em 2010, havia cerca de 247 mil beneficiários do CSI, em 2013, o número já diminuiu para perto de 238 mil. Dir-se-á que têm aumentado (ligeiramente) os valores da pensão mínima ou da pensão social. Mas estas prestações (cujos valores foram, respectivamente, de 259,36€ e 199,53€ este ano) estão longe de um montante que permita ultrapassar o limiar da pobreza (agora fixado em 409€). Além disso, não estão sujeitas às mesmas condições de recursos, pelo que não contribuem para reduzir as desigualdades na mesma medida .



Poderíamos dar mais exemplos. A conclusão seria a mesma: a pobreza e a desigualdade não são problemas centrais para este Governo, que, por isso, não molda as suas políticas públicas para as combater.»


Fonte: http://ift.tt/1uzBOqq

Apple e Ikea suspeitas de ter acordos secretos de evasão fiscal com o Luxemburgo

Acordos fiscais secretos entre o Luxemburgo e 340 multinacionais, incluindo a Apple, Amazon, Ikea ou Pepsi, prejudicaram os estados em vários milhares de milhões de euros.



Fonte: http://dlvr.it/7R6qmF

Ainda a salganhada do IRS







Manuel Faustino participou na criação do IRS no consulado de Cavaco Silva, foi o primeiro director do serviço que gere o IRS e, ao que se sabe, colaborou com o CDS-PP na área fiscal. Sendo um especialista na matéria e situando-se à direita no quadro político, a sua opinião é insuspeita. Vale a pena por isso repescar algumas das suas declarações na entrevista que ontem deu ao Jornal de Negócios (aqui , aqui e aqui ).



Relativamente à reforma do IRS, Faustino sustenta que esta poderia ter sido «uma espécie de contra-reforma» para reverter o «enorme aumento de impostos» de Vítor Gaspar: «eu já tenho dito que esta proposta do IRS termina o ciclo reformista do Governo porque a primeira grande reforma foi a feita por Vítor Gaspar quando transformou o IRS num mero instrumento financeiro.» Para isso seria necessário que «visasse repor os escalões, as taxas e as deduções na sua configuração anterior.» E por que razão assim não aconteceu? «Não foi feito, em parte, devido à prioridade do IRC. A reforma do IRC vai custar-nos mil milhões de euros em cinco anos, financiados pelas famílias. E para as famílias, a reformado IRS é asfixiante



Sobre a prometida devolução da sobretaxa em 2016, Faustino diz o óbvio: «Estas medidas não são próprias de leis, são uma espécie de promessas políticas que se fazem em campanha eleitoral.» E faz notar: «É de uma grande imprecisão à luz da disciplina orçamental. Diz-se que tudo o que se arrecadar a mais será para devolver em 2016, mas isto não funciona assim. O que se arrecadar a mais será receita de 2015: não pode ficar guardado para 2016, como se o Estado fosse uma família.» Assim sendo, entende que estará em causa um presente «mais do que envenenado» que Passos & Portas deixam ao próximo governo: «2016 poderá começar com um défice de 0,5% do PIB [receita da sobretaxa]. De tal modo que, se o Governo precisar do dinheiro, não apenas terá de manter a sobretaxa como terá de a aumentar para 7%. É este tipo de criatividade orçamental que é louvado?»



Quanto ao badalado «quociente familiar», Faustino lembra «que foi sempre a direita mais conservadora que o quis, mas os que o vão aproveitar provavelmente não precisam de nenhum auxílio do Estado. Além de muito limitado quanto ao seu efeito, tem uma contradição insanável: um filho numa família monoparental vale menos do que numa biparental. É uma discriminação injustificada. Afinal, o quociente familiar não é para protecção dos filhos...» Dá um exemplo para justificar o que afirma: um casal com três filhos tem direito até 2.000 euros de benefício por via do quociente familiar. Mas um viúvo, divorciado ou solteiro, com os mesmos três filhos só pode poupar até 1.250 euros . Daí a questão que Faustino coloca: «Por que não têm também 2.000 euros, se o quociente familiar é para dividir pelos filhos?»



É esta a salganhada em que o Governo transformou o IRS, a fim de, por um lado, garantir receitas para poder continuar a desagravar o IRC e, por outro lado, satisfazer os círculos mais conservadores que se manifestam através das associações das famílias numerosas.

Fonte: http://ift.tt/1EkKjGZ

2014-11-05

Eles andem aí



Ao contrário do que acontece na Faculdade de Direito de Coimbra , há «debates ideológicos» na Faculdade de Direito de Lisboa. Aliás, o debate dos debates: como virar do avesso a Constituição da República?



O Governo incumbiu Pedro Lomba , o adjunto do ministro Maduro que se metamorfoseou em secretário de Estado da Imigração de Cérebros, de aliciar o PS para um arranjo de modo a perverter a Constituição. Julgo que é a isso que a direita chama deixar de fazer política em torno da lei fundamental.



Por sua vez, o Presidente da República encomendou a Carlos Blanco de Morais , consultor de Belém para os assuntos constitucionais, a tarefa de propor umas mezinhas para anestesiar a Constituição.



Uma coisa é certa: depois de se ter exposto ao ridículo de defender, através de Teresa Leal Coelho , vice-presidente do PSD, sanções para os juízes que não aceitem ser correias de transmissão, a direita está empenhada em cortar o mal pela raiz, tendo como desígnio estratégico procurar esquartejar a Constituição da República.

Fonte: http://ift.tt/1tdOdsJ

Maioria desvaloriza previsões do FMI

PSD e CDS mostraram-se hoje pouco preocupados com as divergências entre as previsões do Governo e do FMI, sublinhando que Portugal é novamente soberano para tomar as suas próprias decisões.



Fonte: http://dlvr.it/7QsN57

'Não há mais lugar a negociação' com a troika

O Governo afirmou esta quarta-feira que "não há mais lugar a negociação" com os credores internacionais, depois de tanto a Comissão Europeia como o FMI terem divulgado previsões de crescimento e orçamentais piores do que as acordadas durante o resgate.



Fonte: http://dlvr.it/7QsJBH

Jorge Freire Cardoso representa Novo Banco no conselho de administração da PT SGSP

Novo Banco tem cerca de 10% do capital da PT SGPS, que é accionista da Oi, dona da PT Portugal.



Fonte: http://dlvr.it/7QsHpW

Escola que o Governo decidiu encerrar está a funcionar

A Câmara de Idanha-a-Nova mantém em funcionamento o Complexo Escolar de Monsanto, que já recebeu mais uma criança para frequentar o 1º ciclo do ensino básico. O Governo tinha decidido pelo encerramento do estabelecimento de ensino.



Fonte: http://dlvr.it/7QlBSm

«Partir do zero para ter coisas»: a receita de José Gomes Ferreira




«Tento sempre ver as coisas do lado de quem está a partir do zero para ter coisas, porque também foi esse o meu percurso. Acho que isso dá bagagem para pensar a política e a organização da sociedade tendo em atenção essas pessoas.»

José Gomes Ferreira, no i



Se Nuno Crato se dispôs a implodir o Ministério da Educação, José Gomes Ferreira quer completar o serviço. Questionado sobre a necessidade de «implodir o sistema para reconstruir do zero», o funcionário da SIC não foi de modas: «Tal e qual.» Para isso, ele não repudia a hipótese de abraçar um projecto político, no qual possa fazer um apelo patriótico aos portugueses: «A tua história foi muito maior do que te dizem». Como confessou ao i , aguarda com alguma ansiedade que lhe soprem ao ouvido: «precisamos de ti».



Entretanto, entretém-se a fazer concorrência aos populistas que vêm brotando por aí em tempos de crise. A receita de Gomes Ferreira é mais simples do que parece. Sendo licenciado em comunicação social, supera as lacunas de base no âmbito da economia através de um autêntico ovo de Colombo: «dou muita importância ao senso comum.» E desabafa: «Às vezes resolviam-se problemas tão fáceis na economia e na política se se seguisse o senso comum



Deve ter sido por isso que incentivou os portugueses a participarem no último aumento de capital do BES. Aquele conjunto de pequenos accionistas do BES que se esforçou «a partir do zero para ter coisas», e que, com o «senso comum» de José Gomes Ferreira, volta agora à estaca zero, estará certamente ansioso pelo lançamento do projecto político do funcionário da SIC.

Fonte: http://ift.tt/13HVMmQ

Mota Soares: Descida do desemprego "é indesmentivelmente uma boa notícia"

Pedro Mota Soares defende que a descida do desemprego é fruto da resiliência, empreendedorismo e investimento de empresários e trabalhadores, mas também o resultado das alterações no mercado de trabalho realizadas pelo Governo.



Fonte: http://dlvr.it/7QjQS7

Paulo Azevedo e Isabel dos Santos querem participar em “solução para a PT”

Zopt, a sociedade que reúne a Sonaecom e a empresária angolana Isabel dos Santos, defende uma alternativa para a PT que envolva "operações de telecomunicações fortes" já existentes no mercado e uma articulação com os reguladores.



Fonte: http://dlvr.it/7QjWcw

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2014-11-04

Rato Mickey ganha a Sócrates e a Passos

Vimos no debate parlamentar do OE 2015 o vice-primeiro-ministro, seguido do líder parlamentar do PSD, empurrarem o PS para o socratismo. Poderá ter havido alguma culpa de Ferro Rodrigues.



Fonte: http://dlvr.it/7QJJSc

Pires de Lima compreende preocupação com PT mas rejeita palavra 'resgate'

Silva Peneda rejeita "enfiar a carapuça" das declarações do ministro da Economia, que chamou "brigada do resgate" aos subscritores do apela para salvar a PT.



Fonte: http://dlvr.it/7QJ85j

António Costa, entre a “cultura do minifúndio” e as críticas aos fundos, não falou a Poiares

Socialista diz recear que os programas de acesso aos fundos estruturais sejam desenhados de forma “ingénua”.



Fonte: http://dlvr.it/7QJDVN

PCP acusa Governo de omitir carta sobre TTIP ao Parlamento

A posição de 14 Governos europeus, entre os quais o português, sobre as negociações da parceria transatlântica motivou um requerimento a Rui Machete.



Fonte: http://dlvr.it/7QJ5dt

O estarola, a sonsa e a anunciada derrapagem do OE-2015



Ontem, naturalmente conhecendo já as previsões de Outono da Comissão Europeia, Passos Coelho estava visivelmente desorientado quando discursou, por ironia do destino, nas IV Jornadas "Consolidação, Crescimento e Coesão", promovidas pelo PSD, sobre o Orçamento do Estado para 2015. Vestindo a pele de ferrabrás, o alegado primeiro-ministro reagiu como sabe (e com a sintaxe a que nos habituou): «apesar de todas as profecias e previsões que possam aparecer que lancem dúvidas sobre essa matéria, garanto-vos: o Governo nunca deixará de adoptar uma estratégia que garanta que em 2015 nós vamos sair do défice excessivo. Esse é um compromisso com a responsabilidade com que fomos eleitos e que devolvemos aos portugueses».



Temos, portanto, um (alegado) primeiro-ministro que, reconhecendo implicitamente que o Orçamento do Estado para 2015 irá gerar um défice excessivo, avisa que não hesitará em aumentar a dose de austeridade, a única estratégia em que este governo se revê.



Já a Miss Swaps é mais rebuscada. Não salta para a arena de peito feito. Opta por desvalorizar as conclusões da Comissão Europeia: «previsões são previsões». A Miss Swaps trata a Comissão Europeia como mais uma entidade igual a tantas outras que fabricam previsões. Mas não é. Como explica João Galamba : «A Comissão não faz meras previsões. A Comissão é a Instituição a quem cabe zelar pelo cumprimento das (estúpidas) regras orçamentais. E o que os números hoje divulgados nos dizem é que este OE viola essas regras.»



Independentemente da forma como Passos e a Miss Swaps reagem, o que as previsões de Outono da Comissão Europeia revelam é que, sem as metas mais ou menos elásticas da troika, o Governo caiu no buraco que andou a escavar durante estes três anos. E não sabe como sair dele.

Fonte: http://ift.tt/1E3dNHj

Bruxelas escreve o epitáfio do Governo










É oficial: a Comissão Europeia acaba de confirmar que a política de «ir além da troika» do Governo português embateu com estrondo contra a parede. Durante três anos, o Governo nunca cumpriu as metas do memorando. Para o dissimular, as avaliações da troika transformaram-se num negócio mais ou menos fraudulento: os representantes dos credores foram aligeirando as metas que impuseram e, em contrapartida, o Governo de Passos & Portas carregava sem dó nem piedade na austeridade.



O ano de 2015 marca o momento da verdade. Sem a troika para aliviar as metas, o défice orçamental a cumprir seria de 2,5%. Através de uma fantasia a que deu o pomposo nome de Orçamento do Estado, o Governo anunciou que poderia atingir um défice de 2,7%. Bruxelas olhou para os valores e concluiu que este exercício meramente aritmético nem um défice de 2,7% permite atingir. E a distância é tão significativa que a herança que Passos & Portas deixam ao próximo governo é, após doses brutais de austeridade, uma espada apontada: o procedimento por défices excessivos.



Esta obra de ficção a que o Governo chama Orçamento do Estado para 2015 já havia sido posta a nu durante o debate na generalidade na Assembleia da República. Também já havia sido sublinhada por instituições públicas e privadas, como a UTAO e a Fitch . Hoje, é a Comissão Europeia, à qual incumbe controlar o cumprimento das regras orçamentais, que desmonta o quadro macroeconómico em que assenta o Orçamento do Estado:
• O défice é revisto em alta, prevendo-se que atinja 3,3% em lugar de 2,7%;

• O PIB é revisto em baixa, projectando-se um crescimento de 1,3% em lugar de 1,5%;

• Também se considera que a receita fiscal está empolada em pelo menos mil milhões de euros;

• O emprego é igualmente revisto em baixa, estimando-se uma taxa de 0,8% em vez de 1%.



A Comissão Europeia não exclui a possibilidade de as suas próprias previsões poderem ter de ser revistas em baixa, no caso de se confirmar a deterioração da situação económica. E, entre outras advertências, recorda que «as taxas da dívida soberana são actualmente baixas por causa das políticas monetárias globais e do regresso da confiança dos investidores». Ou dito de outro modo: o Governo português empobreceu o país, mas não o preparou para os desafios do futuro. Por isso, Portugal continua a divergir da Europa. Sendo afirmado por uma instituição tão insuspeita como a Comissão Europeia, o epitáfio tem outra força.

Fonte: http://ift.tt/1yUZB28

Governo quer cortar 200 postos de trabalho no Ministério do Ambiente

Anúncio feito por Jorge Moreira da Silva no Parlamento.



Fonte: http://dlvr.it/7Q8RKf

Presidente de Timor analisa situação da justiça, Xanana contra levantamento de imunidades

Primeiro-ministro pediu ao parlamento timorense para não levantar a imunidade aos membros do Governo até ao final do mandato.



Fonte: http://dlvr.it/7Q8N7f

PS defende renegociação das metas do défice

Bancada socialista reage às previsões da Comissão Europeia para 2015.



Fonte: http://dlvr.it/7Q8MvX

Deco pede ao Governo que recue na cobrança de dez cêntimos por saco de plástico

Associação de defesa do consumidor fala em medida “injusta e desproporcionada” que vem “sobrecarregar os contribuintes com mais um imposto”.



Fonte: http://dlvr.it/7Q8SQk

Bruxelas revê em baixa retoma na Europa

A Comissão Europeia reviu, esta terça-feira, em baixa as previsões de retoma da economia europeia, estimando que este ano cresça apenas 0,8% na zona euro e 1,3% no conjunto da UE, crescimento que se manterá "lento" em 2015.



Fonte: http://dlvr.it/7Q5PV1

Palácio das Necessidades (ou o descanso na paz do túmulo)













— Ó Dr. Machete, não se apercebeu de que estava para rebentar esta humilhação diplomática ?


Fonte: http://ift.tt/1uoMnM5

A refundação de Passos, o borrão de Portas e o governo dos estarolas



• Luís Menezes Leitão, O governo de Portugal :
«O senhor vice-primeiro-ministro foi ao México realizar "uma missão e peras". Durante a "missão e peras" avisou que o CDS-PP não criaria "dificuldades ou demoras" a uma coligação pré-eleitoral com o PSD. O senhor primeiro-ministro respondeu que a questão da coligação vinha "completamente a destempo", e que antes "há outras reformas importantes que têm que andar", nomeadamente a reforma do Estado , de que o senhor vice-primeiro-ministro tinha sido encarregado. O senhor vice-primeiro-ministro, autor de um borrão sobre o assunto, lembrou que as reformas estão presentes no Orçamento. O senhor primeiro-ministro reconheceu que as reformas estão presentes no Orçamento, designadamente as reformas "no Estado e no Estado social". Tudo como dantes no quartel-general em Abrantes. (…)»


Fonte: http://ift.tt/1rXgyDq

Dez distritos sob aviso amarelo devido ao mau tempo

Dez distritos da costa de Portugal continental encontram-se, esta terça-feira, sob aviso amarelo, devido à agitação marítima e vento forte.



Fonte: http://dlvr.it/7Q0NFW

2014-11-03

Passos e Eva vistos pelos próximos: ela «acalma-o»













Passos acompanhado de dois zombies e de Ilídio Pinho,

o seu patrão na Fomentinvest, tendo logo atrás Eva Cabral para o acalmar



João Gonçalves fez parte do inner circle que levou Passos Coelho a prometer que resolvia o problema das finanças públicas através do corte nas gorduras do Estado. A antiga arrastadeira de Relvas (e, depois, do Álvaro) conhece bem Passos Coelho e, pelos vistos, também Eva Cabral, a assessora para os assuntos sociais de São Bento que se distinguiu na recente visita do alegado primeiro-ministro aos Açores: «Com gado, isto corria melhor ».



Eis que o arrependido Gonçalves decide reviver o passado em São Bento :
«A "história" revela uma verdadeira "Maria que não vai com as outras", parafraseando o dr. Passos. E revela mais: a imensa "sensibilidade social" de uma assessora para os assuntos sociais. E de todos os assuntos uma vez que não o larga onde quer que ele vá (consta que "o acalma", sic, vê-la por perto) . Mas não convém subestimá-la tal como ela própria nunca se subestimava em reuniões com membros do governo que tratava por "tu". Com mais dois ou três, há-de conduzir o dr. Passos em ombros até ao seu cemitério político.»



É muito provável que o que o arrependido Gonçalves diz corresponda à realidade. Na verdade, Eva Cabral já acompanha Passos Coelho desde os tempos da Tecnoforma .

Fonte: http://ift.tt/1wYjVSo

Portugal vai reavaliar cooperação com Timor-Leste após expulsão de funcionários judiciais

O Governo português reagiu "com profunda preocupação e desconforto" à ordem de expulsão dos funcionários judiciais internacionais em Timor-Leste, considerando que a participação portuguesa em programas de cooperação bilateral "deve ser reavaliada".



Fonte: http://dlvr.it/7PlScH

Detido suspeito de agredir homem até à morte em Almada

A PSP de Almada deteve hoje um homem de 38 anos suspeito de ter agredido um homem de 67 anos na Rua Ramiro Ferrão, em Almada, cerca das 13:45, acabando por lhe provocar a morte, informou o Comando Distrital de Setúbal.



Fonte: http://dlvr.it/7PlR9v

Estado deve interferir na venda da PT?

Governo não tem um instrumento legal óbvio para interferir na PT. Mas tem influência política.



Fonte: http://dlvr.it/7PlF9g

Fundos de investimento avançam com acção judicial contra o Banco de Portugal por causa do BES

Detentores de obrigações entregaram queixa no Tribunal Administrativo de Lisboa contestando a acção do regulador liderado por Carlos Costa.



Fonte: http://dlvr.it/7PlFw1

PSD e CDS dão a volta ao país para explicar Orçamento

Passos Coelho começa e acaba jornadas que se vão realizar em 19 distritais do partido.



Fonte: http://dlvr.it/7PlFZt

Pedro Lomba diz que compromisso do PS com o Governo teria evitado chumbos do TC

Secretário de Estado adjunto desafia socialistas a dizer se estarão disponíveis para assumir compromissos que evitem que o Tribunal Constitucional continue a ocupar o espaço político que cabe ao poder legislativo e executivo.



Fonte: http://dlvr.it/7PlGDb

Estado da nação







• António Correia de Campos, Desemprego e emigração :
«Saíram agora os números do desemprego e da emigração relativos a Setembro. O Governo canta vitórias. Em termos oficiais a taxa de desemprego baixou de 15,7 em Setembro de 2013 para 13,9 em Setembro deste ano. Continuamos no 5º pior lugar da Europa a 28, tendo apenas abaixo de nós o Chipre, a Croácia, a Espanha e a Grécia.



Pouco importaria que o desemprego fosse mais elevado, hoje, que quando o actual governo iniciou funções (12,5%), se estivéssemos a sair consistentemente da crise . Infelizmente tal não acontece e teremos que saber se o governo canta de júbilo ou se canta para seus males espantar.



Em relação a Setembro de 2013, tivemos menos 81 mil desempregados registados. Mas os “ocupados” em programas activos de emprego aumentaram de 115 mil há um ano, para 155 mil (+35%, neste ano e +495%, desde o início deste governo) . Tais programas são por definição transitórios, levando o trabalhador a saltitar entre lugares desfocados vocacionalmente e induzem empregadores a deles abusar, evitando criar novos empregos. Estágios, acções de formação e outras medidas, multiplicados nestes três anos e meio de governo, dir-me-ão, foi melhor que o desemprego. Mas não deixa de ser uma cosmética que esconde a dura realidade.



Em pior situação se encontram os desencorajados ou desistentes , pessoas que apesar de desempregadas já não diligenciam procurar trabalho. Eram 256 mil no 2º trimestre deste ano, tendo aumentado em quase 110 mil desde o início deste governo. Ou seja, contamos um pouco mais de um milhão de cidadãos activos que não têm emprego, entre desempregados registados (616,6 mil), os “ocupados” em medidas activas de emprego (155 mil) e os desempregados já desiludidos ou desmotivados (256 mil, aproximadamente) . Mas não é tudo. Falta contar os que saíram do País.



Nos três anos de vigência do actual governo, entre emigrantes permanentes e temporários, saíram do País 350 mil portugueses , sempre em crescendo: 101, 121 e 128 mil, respectivamente, em 2011, 2012 e 2013. Os 128 mil emigrantes registados em 2013 pouco nos dizem, se não os compararmos ao longo do tempo. Quando chegou o 25 de Abril, em 1973, emigravam 140 mil portugueses. Um ano após o 25 de Abril, com o fim da guerra colonial e o optimismo da mudança, o número de emigrantes caiu drasticamente para 40 mil, situando-se, por três décadas, sempre abaixo desse patamar, só voltando a mais de 100 mil em 2011.



(…)



Eis por que se exige paciência de santo, para ver e ouvir o Dr. Portas, o seu ministro do desemprego e o Dr. Passos Coelho cantarem louvores à sua excelente governação e afixarem cada décima destas contas complexas, como perdizes ao cinto. Só a eles próprios se conseguem iludir.»


Fonte: http://ift.tt/1umzcMg

PS vai propor cláusula de salvaguarda no IMI para 2015

Os socialistas anunciaram esta manhã uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2015 a propor a continuação da cláusula de salvaguarda no IMI.



Fonte: http://dlvr.it/7Pc8sr

Ações da PT disparam mais de 7%

O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI20, seguia a valorizar, esta segunda-feira de manhã, com as ações da PT a dispararem mais de 7%, depois da Altice, dona da Cabovisão, ter oferecido 7025 milhões de euros pela compra dos ativos da operadora.



Fonte: http://dlvr.it/7PYWyq

Vale mais um rombo nas contas da Segurança Social?



• Mariana Trigo Pereira, Vale mais um rombo nas contas da Segurança Social? :
«(…) À semelhança do que acontece com o “cartão de almoço”, o “vale-infância” (que já existe e pode ser usado para dependentes com idade inferior a 7 anos) permite às empresas remunerar colaboradores com pagamentos em géneros, isentos de TSU, de IRS e ainda com benefícios fiscais em sede de IRC. É aqui que começam os problemas. De facto, estamos perante soluções que são, na aparência, amigas dos empregadores e dos trabalhadores. Das empresas porque têm a possibilidade de pagar uma parte do salário em “vales”, reduzindo os seus custos com essa parcela de remuneração – perdendo-se 1/3 desse valor em contribuições para a Segurança Social, caso a alternativa fosse aumentar o salário base no mesmo montante. Dos trabalhadores porque flexibiliza a contratação e enquanto se inclui no “pacote salarial” dimensões que de outra forma eram inviáveis. Contudo, para além de promover o desequilíbrio financeiro da Segurança Social – já sufocada pelo brutal aumento conjuntural de despesa com prestações de desemprego e quebra de receitas com a diminuição do emprego-, estas formas de remuneração têm ainda implicações, a prazo, no nível de salário que servirá de referência para o cálculo da pensão futura – no fundo, estamos a criar uma tempestade perfeita: ameaça-se o orçamento da segurança social hoje e, ao mesmo tempo, os trabalhadores estão a formar pensões mais reduzidas no futuro. (…)»


Fonte: http://ift.tt/13yHHYY

Não há democracia que aguente



• Tomás Vasques, Não há democracia que aguente :
«(…) A assessora do senhor primeiro-ministro que tratou abaixo de gado, um motorista, não é um exemplo isolado. Se fosse teria sido posta na rua, imediatamente. Faz parte da cultura política instalada no poder. Não há democracia que aguente esta cultura antidemocrática.»


Fonte: http://ift.tt/1s7bai3

Maior fortuna espanhola está na Galiza

A região espanhola da Galiza acumula o maior património entre as maiores fortunas de Espanha (56450 milhões de euros), com três empresários do setor da moda entre os 10 mais ricos do país, segundo a revista "Forbes".



Fonte: http://dlvr.it/7PT1b5

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2014-11-02

«Com gado, isto corria melhor»







Já transcrevi extractos de «A vida 'esquecida' de Passos Coelho – Os dias felizes de Passos na ONG da Tecnoforma », peça publicada na Visão. Vale a pena reproduzir uma outra passagem através da qual se percebe que Eva Cabral , assessora do alegado primeiro-ministro, já o acompanha há muito tempo, pelo menos desde os tempos da «ONG» da Tecnoforma. Veja-se:












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Fonte: http://ift.tt/1DMiqW7

Jerónimo acusa Governo de 'enganar os portugueses'

O secretário-geral do PCP acusou hoje o Governo de se dar "mal com a verdade" e "enganar os portugueses" ao apresentar para 2015 um orçamento do Estado "preocupado com as famílias", mas que é de "consolidação do roubo".



Fonte: http://dlvr.it/7PFV6R

Líder do PCP acusa Governo de se dar “mal com a verdade” e “enganar” portugueses

Comício em Beja.



Fonte: http://dlvr.it/7PFQ24

Paulo Portas lidera missão empresarial portuguesa a Cuba

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, inicia neste domingo uma visita oficial a Cuba, acompanhando 30 empresas portuguesas, que vão participar na inauguração da Feira Internacional de Havana, onde o Governo cubano irá anunciar uma carteira de 240 novos projectos aprovados.



Fonte: http://dlvr.it/7PFNMr

Com Jerusalém em alerta, Israel propõe pena de 20 anos para atiradores de pedras

Netanyahu promete firmeza contra responsáveis pela violência, mas pede contenção aos responsáveis políticos



Fonte: http://dlvr.it/7PFMv7

Quando os eleitores ficam mesmo fartos

Não é a mesma história mas há demasiadas semelhanças para que as ignoremos. Bem perto de Espanha, milhões de eleitores votaram em Fevereiro do ano passado para deixarem o seu país ingovernável. Grande parte desse terramoto, que acabou com negociações falhadas e um primeiro-ministro nomeado pela presidência para formar um governo de unidade nacional, foi provocado pelo resultado de uma formação que nunca tinha concorrido em eleições nacionais e que obteve 25,55% dos votos.



Fonte: http://dlvr.it/7PFVMX

O IRC e as acrobacias do PS

Há cerca de um ano, o Partido Socialista fez uma pirueta de 180º no que vinham sendo as suas posições políticas e apadrinhou a reforma do IRC, um projecto idealizado pelo Governo e configurado pelo mercado da consultoria fiscal. Um ano depois, com o Orçamento para 2015 à porta, ensaia nova acrobacia para tentar convencer-nos de que não tem nada a ver com o assunto.



Fonte: http://dlvr.it/7PFP5X

Pedro Adão e Silva versus Pedro Marques Lopes



1 de Novembro: Pedro Adão e Silva e Pedro Marques Lopes falam de tudo (na rádio e na Internet) — ataques do alegado primeiro-ministro a jornalistas e comentadores, troca de insultos entre o pantomineiro-mor e o vice-pantomineiro à volta da reforma do Estado, debate sobre o Orçamento do Estado para 2015 — e mais alguma coisa (só na Internet) — pobreza infantil (Pedro Adão e Silva) e sabotadores do Citius (Pedro Marques Lopes).

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Investigadora critica proibição de falar português em escolas do Luxemburgo

Uma investigadora da Universidade do Luxemburgo especializada em multilinguismo disse à Lusa que a decisão de proibir alunos portugueses de falar a língua materna nas escolas "é errada", defendendo o reforço da formação dos professores.



Fonte: http://dlvr.it/7P8WTK

Para o Governo regional da Catalunha "votar já é uma vitória"

A vice-presidente do Governo regional catalã mostra-se esperançada que haja uma participação elevada na consulta de dia 9 de novembro, afirmando que poder votar, depois de tantos obstáculos impostos por Madrid, "já é uma vitória".



Fonte: http://dlvr.it/7P5NJx

Nem Maria Luís Albuquerque se atreve a equilibrar as contas

Maria Luís Albuquerque representa o lado mais “duro” deste governo, pugnando pelo rigor e pelo acerto de contas, lutando, com o apoio de Passos, contra a maior flexibilização proposta por Paulo Portas, já para não falar das exigências da oposição. Por isso, fiquei surpreendido com a sua noção de rigor orçamental, que podia ser mais exigente.



Fonte: http://dlvr.it/7P1SPG

Dois adeptos do Sporting esfaqueados em Guimarães

Uma das vítimas está em estado grave, após ter sido vítima de esfaqueamento nas costas.



Fonte: http://dlvr.it/7P1GVQ

2014-11-01

E ela¹ continua assessora de Passos Coelho













Hoje no Expresso



¹ Ela é Eva Cabral, um dos membros da célebre secção laranja do Diário de Notícias, dez dos quais foram trabalhar em Junho de 2011 para gabinetes ministeriais ou para institutos públicos.

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Presidente demissionário do Burkina Faso exilado na Costa do Marfim

A presidência da Costa do Marfim confirmou, este sábado, que o Presidente demissionário do Burkina Faso, Blaise Compaoré, está exilado no país desde que apresentou a sua demissão ao cargo, na sequência dos protestos que exigiam a sua saída.



Fonte: http://dlvr.it/7NrgyF

PSD/Lisboa quer que Costa escolha entre liderança da Câmara ou do PS

O presidente da Concelhia do PSD/Lisboa, Mauro Xavier, defendeu neste sábado que o episódio da execução dos fundos comunitários é “mais um exemplo” de que é insustentável António Costa ser líder do PS e presidente da Câmara de Lisboa.



Fonte: http://dlvr.it/7NqxJR

Governo PS seria "desastre nacional", diz Marco António Costa

Carta enviada neste sábado aos conselheiros nacionais.



Fonte: http://dlvr.it/7Nqvt8

Passos confia nos dados do desemprego “elevado”, sem ser ao nível de outros países

Primeiro-ministro foi ver o O Principezinho, de Filipe La Féria, no Politeama, em Lisboa.



Fonte: http://dlvr.it/7NqvZq

Veja aqui o trailer de Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa

Filme chega aos cinemas nacionais a 4 de Dezembro.



Fonte: http://dlvr.it/7NqqJ7

Était aussi pauvre quand vous étiez petit?













Hoje no Correio da Manha

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Passos Coelho visitou o Luxemburgo há uma semana. Fez-se acompanhar de Nuno Crato, que se reuniu com o ministro da Educação luxemburguês. O Governo pretendia dar o sinal de que o Governo estava preocupado com a educação dos filhos dos emigrantes, a maior comunidade estrangeira no país. Passos e Crato visitaram até uma escola maioritariamente frequentada por alunos portugueses, onde uma menina deixou o alegado primeiro-ministro assarapantado: «Também era pobre quando era pequeno?» Hoje, como se vê na imagem acima, a questão teria de ser colocada em francês — o que só revela a importância que é dada a Passos Coelho por essa Europa fora.

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Interdito













Hoje no Expresso (via Nuno Oliveira )

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Manuel Alegre pede a António Costa que liberte Portugal dos constrangimentos do Tratado Orçamental

PS tem de dialogar com o PCP mesmo que os comunistas não queiram, defende o antigo candidato presidencial



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Citius: Fim da suspensão dos prazos depende da total operacionalidade

O secretário de Estado da Justiça esclareceu hoje que só quando houver uma "declaração formal" de "completa operacionalidade" do Citius deixará de vigorar a suspensão dos prazos processuais aprovada pelo Governo, perante os problemas na plataforma informática.



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2014-10-31

O borrão da refundação do Estado







Depois de Paulo Portas ter sido humilhado por Passos Coelho, que o mandou fazer a reforma do Estado em vez de se pavonear por aqui e por ali, só lhe faltava aparecer António Lobo Xavier a dar força à declaração do alegado primeiro-ministro. A última coisa que o vice-pantomineiro desejaria era que o borrão da refundação do Estado voltasse a ser notícia.

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